Arquivo da categoria 'Crônicas de uma gamer enlouquecida'

Crônicas de uma Gamer Enlouquecida: jogos ruins na infância (a origem do mal!)

Por Vivi Forever Psycho Werneck

Mais uma vez de volta do exílio (está cada vez mais difícil fugir de Askaban), estou aqui novamente compartilhando, com meus queridos e pequeninos amiguinhos leitores herculoides*, um pouco mais de minha infância gamer perturbada, o que resultou em um ser épico piromaníaco-sociopata e esviscerador de orcs. No capítulo de hoje, desmembrarei um episódio muito macabro de minha loooonga jornada gamística: o dia em que minha “querida” madrinha resolveu me dar um jogo de videogame.

Tá, vocês podem me perguntar: “mas o que isso tem de macabro desmiolada mulher?” Para responder a isso farei uma breve sinopse desse ente maldito…

Criança psycho vítima de um jogo ruim...

Criança psycho vítima de um jogo ruim...

Minha “amada” madrinha é conhecida por destruir os sonhos das crianças em prol de manter uma pseudo-moralidade infantil. Em seu discurso impera o seguinte jargão: “Menino só brinca de carrinho e menina só brinca de boneca, porra!!!”. Sabendo disso, pode-se imaginar o “naipe” dos presentes que eu ganhava na infância: laçinhos de cabelo rosa com frufru, que mais pareciam para-raios na cabeça; vestidinhos de saia rodada cheio de babados, bem no estilo “mamãe ainda sou virgem” e ela… O demônio… O ser que renasceu dos infernos só para comer nossos cérebros esclerosados… A Barbie!!! Nããããããããoooooo…

Pois é minha gente, todo ano ganhava uma filha de Ogum dessas! Uma merda! Minha mãe adorava é claro. Ela usava esses bichos de cabelo de náilon para enfeitar a estante da sala e tapar as manchas de vazamento do cano de água, consequentes da última reforma frustrada do meu avô.

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Crônicas de uma Gamer Enlouquecida: Psycho no volante, carnificina constante

OBS: Desculpem a crônica ter saído do ar no início da manhã. Tive um pequeno probleminha com o WordPress (pra variar! rss)

Por Vivi Werneck

A minha família vive me dizendo que eu preciso tomar vergonha na cara e tirar logo minha carteira de motorista. Pois é, até sei dirigir, mas tenho a impressão que não tenho estabilidade psicológica suficiente para aguentar, por exemplo, um engarrafamento de horas no Centro do Rio de Janeiro sem querer explodir tudo a minha volta com o meu sempre querido amigo, senhor lança-chamas.

Mas eu nem sempre fui assim… Essa minha compulsão maníaca exterminadora por explodir carrinhos e pedestres felizes (os infelizes se empolgam e me ajudam! hehehe) é culpa Carmageddonde um game em específico (sim moralistas hipócritas de plantão, dessa vez vocês “venceram”!). O nome do amado réu é Carmageddon! Yeeaaaahhh!!!

Simplesmente o jogo de corrida mais insano, sociopata, psycho, maníaco, sanguinolento e transgressor de todas as leis cósmicas dos bons costumes cristãos, judeus, muçulmanos, hindus e afluentes do mundo! Contarei como foi minha primeira experiência com o game…

No entanto, antes de começar a enxurrada de abobrinhas e besteirol gamer, já típico dessa crônica, gostaria de deixar claro (a possíveis puritanos) que, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de colocar em prática nada de sanguinolento que existe nesse game, até porque se o nosso adorado Deus Kratos um dia me permitir, terei o maior prazer do mundo em fazer você, falso moralista do cão, virar um apetitoso patê de asfalto! (Desculpem a agressividade, acordei de mau humor – meu Nescau acabou!).

Então vamos lá…
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Crônicas de uma Gamer Enlouquecida: fliperama é coisa do demo!

Por Vivi Werneck

Resolvi aproveitar as minhas férias (aleluia irmão! Opa isso é em outra coluna…) para atualizar as minhas sempre estressantes, porém muito queridas crônicas. Exatamente pensando no que escrever, liguei para meu priminho endemoniado para convidá-lo para uma partidinha de Street Fighter Super-Turbo-Overpower no fliperama perto da minha casa, quando me lembrei de um “causo” envolvendo fliperamas que aconteceu com nós dois (só para variar) há alguns seculinhos, acho que em meados da Dragon Age. Foi mais ou menos assim… “Senta que lá vem história…”

Inferno, digo, inverno escaldante no Rio de Janeiro, em 1993 (Cof…Cof…Atchim!) – início das férias de julho.

Fonte: Álbum de famíliaA pequena Vivi Psycho, com apenas 11 aninhos, estava toda serelepe, feliz da vida, porque iria visitar o titio encapetado na casa dele num condado, digo, cidade próxima a dela. Motivo de toda serelepisse? O titio do demo tinha um bar, no alto do morro dos ventos uivantes, “muito bem” frequentado, que tinha um fliperama!!! Aêê… Tá certo que ele não me deixava jogar de graça, porque a máquina era alugada, mas era o único bar que minha mãe deixava eu freqüentar naquela idade.

Lembro-me que quase passei fome por duas semanas na escola para economizar dinheiro para as fichas (quase passei fome porque eu sempre tirava uma “casquinha” da merenda alheia! O mundo é dos espertos! hehehe). Chamei meu priminho endemoniado para ir jogar comigo e minha mamãe nos despachou, digo, levou até lá. Chegando ao bar dos ventos uivantes, a primeira coisa que fiz, depois de desprender o dedo do meu priminho da porta do carro – que eu tinha fechado rápido demais, foi trocar meu rico dinheirinho pelas fichas (e o troco em bala Juquinha).

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Crônicas de uma Gamer Enlouquecida – Desliga!!! Mamãe tá vindo!!!

Custer's Revenge (cowboy com disfunção erétil)

Por Vivi Werneck

Às vezes fico intrigada com o fascínio que certas pessoas tem por jogos, vamos dizer, um pouco mais apimentados… Japonês então, nem se fala! Um bom exemplo disso é o Cross Days. Para aqueles que gostam de uma diversãozinha a seis (se é que me entendem… Uuuiii…), o mercado atualmente tem vários títulos disponíveis, especialmente online. (Nossa!!! Ô povo pra gostar de uma p……….. partida online de games eróticos! Hehehe…). Vejam mais joguinhos gozados no post da nossa querida Bruninha Spears Torres.

consolo nerdHoje em dia, com toda essa inovação técnica e com personagens de jogos que até parecem reais, é de se entender (ou pelo menos tentar entender) porque alguns filhinhos do demo carente desenvolvem estrabismo agudo de tanto ficar com os olhinhos tarados fixados na telinha do computador, ou da TV. Agora….. (vamos começar a avacalhação…) ter sonhos eróticos com joguinhos porn-trash do Atari 2600, nem se fosse aspirante a Papa!!! Tá, eu sei que alguma alma do 4º inferno de Dante pode incorporar em algum bicho decadente e dizer:

“Aahhh Viviii… Mas naquela época os jogos de Atari (com pixels do tamanho de tumores) eram o que se tinha de melhor em tecnologia gamer… Sua boba! huumm… Vou pro cantinho choraaar!”

Pois é, “miguxo” do cão, nisso eu concordo com você, mas, biologicamente, os seres vivos costumam ser atraídos por semelhantes da sua espécie. Um exemplo tradicional disso: Homem gamer -> Personagem feminina popozuda do funk de XBox 360 ou PS3. Homem feito com peças de LEGO -> Personagem feminina de Atari. Eu achava que era assim que funcionava, mas me enganei… Vou explicar o porquê (Senta que lá vem história…)

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Crônicas de uma gamer enlouquecida – Malditos!!! Acabem com eles!!!

Por Vivi The Butcher Werneck

ATENÇÃO: sei que, com esta crônica, poderei fomentar discussões e esquartejamentos virtuais calorosos entre os leitores, mas como o inferno é o meu playground, vamos lá! Hehehe…

Eu vivo dizendo que não sou muito fã de shooter (leia-se: joguinho do estilo “atira primeiro, pergunta depois”), mas teve uma época em que eu jogava isso quase todo dia! (óóóó…). Infelizmente, para cólica nervosa de alguns, não era porque eu gostava, mas sim, por pura falta de opção! Vou explicar: passei boa parte da minha pré-aborrecência sem ter meu próprio computador, então, ficava à mercê do PC do meu priminho endemoniado (olha ele aí de novo!). O problema, pelo menos para mim, é que ele só sabia jogar esses jogos estressantes no qual você, ao invés de dar um feliz bom dia ao seu vizinho, o felicita espalhando os miolos do cara na parede com um tiro.

Yeaahhh !!!!!!!!!!!!!!Lembro que fui jogar com ele um joguinho de arena (não me lembro qual), do tipo cooperativo, daqueles em que você não se f… sozinho. O game era ambientado na Segunda Guerra Mundial (tem gente aí que agora vai ter um orgasmo! rss) e seu objetivo, neste modo de arena “cooperativa”, era pegar a bandeirinha do grupo adversário e trazer para sua base…… Mas que coisa ridícula!!! No meio da guerra, o mundo se comendo (uuiiii…) na bala e você brincando de bandeirinha com os seguidores de Satã??? Ah… Faça-me o favor!!! Mas, enfim…

No meu time só tinha meu primo e eu, sendo que eu servia apenas de escudo humano no início. Ah, fiquei revoltada! “Eu quero atirar também p…”, gritei indignada. “Cara, você só faz m…”, me incentivou meu priminho adorado. Então, resolvi mostrar para ele que eu também sabia explodir cabeças e, quando o jogo recomeçou depois de eu morrer pela milésima vez, tomei a dianteira! Olhei para o lado e meu priminho esboçava um sorrisinho sarcástico do tipo “ela não dura dois passos”, não é que eu durei??? Três! Depois disso explodiram a minha cabeça! Tá… Vamos reavaliar a estratégia…

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Crônicas de uma gamer enlouquecida – Você tem fome de que?

Por Vivi psycho Werneck

A doida voltou! Uahahaha… (Nossa, péssimo isso… ¬¬º). Vamos logo a mais uma traumática história… Sexta-feira passada estava eu em sala de aula esperando o professor atrasildo da pós, quando um colega chegou em mim (uuiii… calma não é isso não!) e disse: “oi você é a garota que gosta de games, não é?”. Nunca havia falado com aquele cidadão Jogo perseguido pela vigilância sanitáriaantes, mas de alguma forma obscura ele conhecia meu gosto por games. “Caaara, eu também sou doente por jogos”, ele continuou. Bom, que ele tem cara de doente realmente não precisava falar. Mas onde quero chegar com essa encheção de linguiça? (agora sem trema)

A múmia paralítica do moleque me disse, engasgando de tanto rir (era nojento!), que quando era criança tinha a mania de querer imitar tudo o que os personagens dos jogos preferidos dele faziam e que uma vez quase morreu por conta disso. Fiquei intrigada com a mente cancerosa do rapaz e retruquei: “como assim?”, perguntei em tom sarcástico.

Aí o jumentinho me contou que amava jogar Streets of Rage (um clássico, diga-se de passagem!) e percebeu que os personagens comiam comida (óóó…) de procedência duvidosa – encontrada pelo chão e latas de lixo – e milagrosamente recuperavam sua energia (alguém já adivinhou onde isso vai acabar?). Pois bem, a anta virtual, no auge dos seus 8 aninhos (eu já era bem mais inteligente nessa época!), estava num churrasco na casa da tia e percebeu que tinham vários pedaços de carne na lixeira. Como ele estava afim de impressionar uma menininha (que deve rir da cara dele até hoje), o animal resolveu comer a carne mutante, de tão verde que já estava, e provar que podia ficar mais forte.
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Crônicas de uma gamer enlouquecida – Minha tragédia The Sims

Por Vivi Werneck

Tenho um problema sério (só um?) com jogos de montar e administrar lugares e pessoas, como: Simcity, RollerCoaster… Tycoons em geral e The Sims. Nesse último então… Sou um verdadeiro desastre da humanidade! A Tsunami na cidade! Adoro! Hehehe...minha diversão nos joguinhos de administrar cidades e parquinhos era montar tudo e depois começar a dar uma de deusa renegada e sair destruindo tudo com furações, maremotos, tempestades, ataques de mulas psychos e por aí vai. Já em The Sims juro que, a princípio, a minha intenção foi levar uma vidinha pacata e usual, até porque no jogo não dá para ser muito diferente disso.

Meu primeiro contato com The Sims foi há quase dois anos. Acho que era a versão Deluxe do game. Lembro que fui passar um fim de semana na casa da minha tia para tomar conta da cadelinha poodle (muuuito simpática e silenciosa…) que ela tem, enquanto a querida familiar viajava, quando me deparei com um grave problema: o que fazer para me divertir? Como o porteiro do prédio é fofoqueiro, descartei a hipótese de dar uma festinha (Miserável! Dedo-duro!). Então resolvi me aventurar no computador da minha priminha patty adolescente *Oh céus!*. Depois de esperar, quase 15 minutos, a pobre máquina jurássica carregar de tanto ícone de jogos da Barbie que tinha no desktop, vi um pequeno ícone – destacado em meio a um pandemônio de florzinhas e carinhas de bonecas na área de trabalho – que me chamou a atenção:

“Hummm…” – resmungou eu. “Então esse é o famoso The Sims que estão falando por aí né? Vamos ver se é bom mesmo”, disse eu em tom desafiador. E entrei (uuiii…) no bendito. A princípio achei meio estranho todas aquelas pessoas felizes e amigáveis e suspeitei que elas estivessem bolando algum plano maligno para me matar numa emboscada, mas depois descobri que era assim mesmo.

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Crônicas de uma gamer enlouquecida – Eu tenho meeedo!!!

Bichinho mau! Muito mau!

Por Vivi Werneck

Desespero! Não existe palavra melhor que defina todo o pavor psicótico que eu sinto toda vez que algum desalmado me põe para jogar algum game do tipo survival horror. Eu admito: sou cagona mesmo! Grito igual a menininha entrando na puberdade (uuiiii). Meu primeiro joguinho da série “Mamãe tô me borrando de medo”, foi Resident Evil – Defuntos teimososLast Escape, para PC (já comecei light!). Tudo ia bem até aqueles defuntos malditos começarem a correr, digo, se rastejar atrás de mim! Eu odeeeeio defunto teimoso! Cara, o bicho já morreu! Conforme-se e apodreça em paz! Também já perdi boa parte dos meus neurônios (devorados por zumbis) em joguinhos fofoletes como: Doom 3, Quake e Left 4 Dead (este último ainda não tive coragem de jogar – Fiquei sabendo que os defuntos tomam esteróides e anabolizantes!).

Lembro que uma vez estava jogando, ou melhor, tentando jogar, FEAR (tenho medo de crianças em jogos de terror – elas dão mais medo que os monstros!) sozinha no meu adorável cubículo (não é o Game Cube) Calma! Não é a minha avó!chamado quarto. O suor corria pela minha testa, sentia um leve desconforto estomacal (conhecido como gastrite) e piscava os olhos o suficiente apenas para não secar meu globo ocular, quando de repente….. Aaaaaahhhh!!!!!!!! Dei um grito desesperador, que veio do útero, com a cena mais traumatizante que já vi em toda minha vida………. Minha avó saindo do banho e perguntando: Viviiiii cadê minha toaaaalha??? *voz em slow motion para dar mais medo* Caraca!!! Ver minha avó pelada realmente foi a visão do inferno! Nem todos os defuntos do mundo juntos me assustariam mais!!!

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Crônicas de uma gamer enlouquecida – Indignação aquática

Mario prestes a ser atacado por terriveis demônios marinhos!

Por Vivi afogada Werneck

Eu odeeeio fases aquáticas em jogos! (Já para começar bem auto astral o post!). Você está lá… Bela e formosa andando pela floresta, esquartejando feliz os seus monstrinhos e quando passa de fase, geralmente é uma das primeiras, começa o inferno, ou melhor, o aguaceiro! Games com fases de água como Pitfall e até mesmo Mario já me renderam boas quedas de cabelo!

Pitfall querendo matar o crocodilo no chicotinho!O primeiro grande estresse da minha longa jornada gamer foi o adorável bichinho espinhoso: o Sonic. Vamos lá… Mandei ver nas primeiras fases e lá vem o estágio maremoto. O pequeno tender azul mal consegue “andar” direito, em um dos raros momentos em que ele fica totalmente lerdo. É claro que é só com você, já que parece que o restante dos filhos de Ogum dos bichinhos acoplaram tanques de N2O no @$#% e se movimentam mais rápidos que nunca!

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Crônicas de uma gamer enlouquecida

Parentes prontos para "alegrar" o seu Natal!

Por Vivi Werneck

O fim de ano traz muito mais que paz e união. Traz também coisas quebradas por priminhos “fofos” e endiabrados e muito estresse para o pobre infeliz anfitrião! Mas antes que pensem errado de mim, não, eu não sou uma daquelas chatas que não gosta de Natal.

Seu priminho anjinho!Eu só ODEIO é aquela pirralhada, praticamente saída de algum reduto Orc pela devastação que proporcionam em tão pouco tempo, invadindo o meu quarto e começando a me encher o saco: “Tiiiia, posso jogar o seu vídeo gaaaaaame???”. Primeiro, tia é o &%$@!!! Segundo, guardo praticamente como relíquias o meu Atari, meu saudoso Master System (Aquele Super-Compact e sem fio!) e meu sempre companheiro Mega Drive para me aparecer uns Pokémons dos infernos e pedir para jogar? Ora, veja só!

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