Por Clarice dos Santos

Este não é um post feminista, com a intenção de fazer com que as garotas queimem seus sutiãs, e sim para contra um caso que ocorreu hoje enquanto eu passeava com a minha mãe.
Há alguns dias, no e-mail do GoW, recebemos uma mensagem super bacana de um novo leitor que admitiu ter olhado o blog pela primeira vez com um certo preconceito, mas percebeu que o GoW não é brincadeira e nem uma farsa. Ganhamos o dia ao ler essa mensagem.
Voltando ao dia de hoje: estava eu andando com a minha mãe no Shopping da cidade após o almoço e passamos em frente à loja de games. Ela ficou babando no Game Boy Advance SP da vitrine e, morrendo de vergonha, pediu para que eu perguntasse o preço do console.
O “causo” já começa no momento que fui fazer isso: cadê o vendedor? A loja estava aparentemente vazia e eis que surge o cidadão – um chaminé ambulante, jogando o toco do “pirulito de câncer” no lixo – por trás da gente com o clássico “Pois não?”. Perguntei do console e ele, com um certo ar de “desprezo” e “superioridade” – deve ter pensado: ” Quem quer um GBA se tem DS na loja? Mina lerda!” – disse o preço do console, um preço meio salgadinho por sinal.
Como todo “bom” vendedor, me ofereceu o Nintendo DS, com R4 junto, por um preço pior ainda, óbvio. A intenção desse post não é reclamar dos preços dos aparelhos, e sim do atendimento do cidadão para com a minha pessoa (meu deus, que culto isso*rs*). Vocês precisavam ter visto a arrogância. Mesmo eu demonstrando que gosto do assunto e que entendo um pouquinho, ele fez questão de me fazer de mentirosa. Como? Assim:
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