Por Clarice dos Santos

Desde que foi lançado o primeiro Metal Gear para o computador caseiro MSX 2, além de focar-se em Solid Snake, o vilão big Boss não passa desapercebido, mesmo depois de sua morte em Metal Gear 2: Solid Snake.
Inicialmente, Big Boss era o comandante de Solid Snake – que na época era membro da Fox Hound – e o instruiu, a pedido dos EUA, a invadir Outer Heaven e encontrar a mais nova arma nuclear construída: Metal Gear. Mostrando ser, na verdade, o vilão da história e o criador de Outer Heaven, Big Boss é derrotado por Solid Snake, que pensa tê-lo matado, mas isso só acontece em Metal Gear 2: Solid Snake em Zanzibar Land.
Renascendo em 1998 no Sony PlayStation com Metal Gear Solid, Big Boss não é esquecido e é constantemente citado por Liquid Snake, que mais tarde revela ser seu clone, assim como Solid Snake. Em Metal Gear Solid 2: Sons os Liberty (2001), conhecemos outro clone de Big Boss: Solidus Snake, considerado o clone mais perfeito do homem e que atuou como president dos EUA no primeiro MGS. Os três são frutos do projeto Les Enfants Terribles.

Com tantos jogos, tanto foco e ter até clones de Big Boss, o que o fez ser tão importante na saga? Com essa dúvida pairando nas cabeças dos fãs, Kojima resolver contar sua história com o excelente Metal Gear Solid 3: Snake Eater, lançado em 2004 para PS2.
Agradecendo desde já à loja Megalogame, fui agraciada com uma cópia de MGS3: Subsistence, que contém algumas diferenças de Snake Eater e mais alguns Extras.
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