Por trás de um visu “dark”, “vampírico” e muitas coisas relacionadas à coisas sombrias, além de vários tipos de Metal curto também um pouquinho de Blues!*silêncio mórbido e uma bolona de feno passa pelo blog* Tá, grande coisa. XD
O propósito deste post é mostrar que, mais uma vez, filmes antigos que foram adaptados para games NÃO DÃO CERTO! Mais um grande exemplo: The Blues Brothers.
The Blues Brothers surgiu em 1978 como um quadro do famoso programa humorístico Saturday Night Live (SNL) – exibido na TV a Cabo aqui no Brasil – contando como vocalistas os atores Dan Aykroyd (Ghostbusters) e John Belusci (SNL) interpretando Elwood Blues e ‘Joliet’ Jake Blues. Não demorando muito, os atores e a banda – formada por excelentes músico de rythm & blues – recebem o devido reconhecimento e gravam o primeiro álbum. Mais tarde, o primeiro filme com a turma é feito com o mesmo nome do quadro do SNL.
Quem não conhece o Pentarou, um dos mascotes da Konami? O simpático pinguinzinho azul é protagonista de Antartic Adventure, Penguin Adventure, alguns games da saga Parodius e do pouco conhecido Yume Penguin Monogatari, lançado para Famicom somente em terras nipônicas.
Exceto por Parodius, Pentarou está sempre tentando salvar a Princesa Penko, e em Yume Penguin Monogatari, a linda pinguinzinha rosa mostra ser uma bela de uma superficialista, que termina com Pentarou por estar muito gordinho. Para reconquistá-la, ele precisa perder peso e finalmente encontrá-la, só que mais “esbelto”.
Tá, e como ele emagrece? Ele toma o Shake da Luciana Gimenez?
Quase. O pinguim-galã e novo namorado de Penko tem uma linha de bebidas dietéticas, cujos frascos ele esconde em vários inimigos pelas fases do game, que ao mesmo tempo atiram comida para cima de Pentarou para que ele não consiga chegar até o fim da fase magro. Para o jogador controlar o peso do pinguim, tem uma barrinha inferior indicando se está gordo ou não. Tá, tem rom traduzida para o inglês, mas se você não for o felizardo de adquiri-lo, dá para ver se Pentarou está gordo ou não pela cor da barra: Rosa= Gordo, Azul=Magro, ou seja, o personagem não “morre”, mas cada dano que leva ele cai, fazendo com que se atrase ou engorde, o que ocorre nas fases que o controlamos em um avião. Cada fase tem o seu tempo para que ele consiga chegar até o fim e atender um telefonema de Penko, e alguns inimigos soltam relógios que aumentam os segundos. Mas cuidado: quanto mais gordo, mais lento ele fica, e vice-versa! O jogador perde a fase quando Pentarou chega gordinho até o telefone ou quando não consegue chegar lá a tempo, aí começa tuuuuudo de novo.
O jogo em si é curto: é composto de 7 fases e cada um com o seu chefão, exceto pela primeira fase: ou é um porquinho que tenta atrasá-lo e arremessa maçãs – verdade, como se engorda com MAÇÃS??? O.o Só nesse jogo mesmo…rs – ou uma nuvem gigante… ou seja, alguns chefinhos um tanto quanto bizarros. Para atacar os inimigos é preciso chutá-los ou, se o personagem estiver muito gordinho, ele se joga em cima deles, amassando-os. Os controles até que são bons, mas tem horas que não obedecem, o que é difícil de ocorrer.
O “vício” que ganhei pelo jogo é tudo culpa do ZEMO do NES Archive (rs)!! O jogo é legalzinho, muito bem-feito – uma graça o Pentarou gordinho e barrigudo! – e, o melhor de tudo, divertido! Tá, um monte de gente vai falar que é sem-graça, mas quem é Old School vai gostar, mesmo que pareça ter sido feito especialmente para crianças. Antes soltei a “pérola” de que Yo!Noid era legal (só tive paciência para jogar até a segunda fase ¬¬), mas esse realmente é legal pacas! E não se preocupem de só acharem o jogo em japonês, já que é só passar pela fase, emagrecer e atender o telefonema a tempo, não precisa ler NADA para prosseguir no jogo. É só reencontrar Penko e serem felizes para sempre!
Envelope bonitinho, prestes a ser arregaçado, em cima do meu cobertor fofinho...rs
Finalmente, depois de um longo e tenebroso inverno, eis que surge em casa (ontem) a primeira edição da OLD!Gamer. Como o próprio nome diz, a revista é voltada para os fãs de games antigos, assim como aqueles que são jogadores desde os primórdios do videogame. O conteúdo vai desde o LINDO Megaman 2 – nem que seja só em imagens por enquanto *_* – até Phantasmagoria, jogo extremamente gore/sangrento/nojento/doentio lançado para PCs.
Não reparem nas "lembranças" da infância do lado da porta! xD hauhauha... Jogos olímpicos da escola rules! m/
A capa da revista – assim como um dos assuntos – é uma homenagem ao Rei do Pop, Michael Jackson, analisando Moonwalker e suas várias versões para outros consoles, como Commodore 64, Master System e Amiga. Tem bastante conteúdo sobre MJ, mas ainda tem muito assunto.
Uma coisa que gostei muito foram as entrevistas presentes na revista. A primeira com David Crane, fundador da Activision e criador do clássico Pitfall, e a segunda com Hiroshi Fujioka, intérprete do “mascote” do Sega Saturn, Segata Sanshiro. Hiroshi também é muito conhecido por ser o primeiro Kamen Rider e ele também participou como dublador de FF VII: Crisis Core e Kindgom Hearts II.
Outras matérias que vale muito a pena em conferir são sobre o Atari da Atari no Brasil (hãn?hãn? Entenderam?rs) e sobre Street Fighter II. Ficaram muito legais, bem completas, sem falar na diagramação da revista toda que deu um show. Não posso esquecer de citar também os excelentes textos sobre Chrono Trigger, Phantasmagoria, Yo!Noid, Simpsons e uma matéria super legal sobre as Donzelas dos games. Vale a pena dar uma conferida no material, está muito bom mesmo! Tem até uma matéria sobre o Jaguar!! Animal, não?
Agora um ponto ÓTIMO sobre a revista: NÃO TEM PROPAGANDA!!! Cem páginas sem uma propaganda sequer! Ótimo, uma maravilha!!
Enfim, OLD!Gamer é uma boa leitura para os saudosistas de plantão e que querem matar as saudades de ler ótimos textos sobre seus games de infância preferidos. Ah, esqueci de comentar que vem um PÔSTER junto! Na edição deste mês veio a capa de Super Mario Bros do NES. LINDO!!!! *_*
Frente
Trás
Estarei no aguardo da próxima edição em poucos meses!! Se não chegar nas bancas de onde vocês moram, a revista pode ser comprada online AQUI. Boa leitura! E quem já comprou, recebeu e leu a revista, poste nos comentários suas impressões sobre a mesma! ^_^
A propaganda é a alma do negócio! E se você pensa que os games também não sofrem com isso, está muito enganado! Quem não se lembra de ter jogado ou pelo menos visto o jogo do Chester Cheetah, Pepsiman, e outros jogos do gênero?
O post de hoje é dedicado a um jogo que o meu amigo HarvestDude do NES Archive me indicou: Yo!Noid. Que jogo legal e viciante!
Yo!Noid foi lançado para o NES pela Capcom em 1990 e foi baseado – tá, é mais uma cópia – no jogo Kamen no Ninja – Hanamaru, lançado somente no Japão pela própria Capcom. No game controlamos Noid, mais conhecido nos anos 80 como sendo a mascote da rede americana de pizzarias Domino’s, que tem como objetivo derrotar com o seu poderoso io-iô todas as criaturas de Mr. Green que assolam Nova Iorque.
Sempre falo sobre minha paixão sobre Castlevania no nosso querido Girls of War, mas nunca falei sobre o primeiro game da série em que pus as minhas mãozinhas. Symphony of the Night pode ser o melhor jogo de todos lançados, mas Super Castlevania IV continua sendo minha paixão e a porta de entrada para essa série que tem minha fidelidade há anos!
Quando meu irmão comprou o SNES, ficou vidrado em Super Castlevania IV, e pra não perder o costume, eu ficava do lado só assistindo ele jogar. Depois de um tempo peguei para jogar e não me lembro se consegui terminar ou não, mas acredito que sim, mesmo sendo difícil pra caramba.
Super Castlevania IV foi o primeiro game da franquia a ser lançado para o SNES, e de longe é um dos melhores títulos do console. Ele conseguiu aproveitar o SNES até o osso e deu um show de jogabilidade, gráficos e efeitos. Quem não se lembra daquela famosa fase giratória que até deixava o jogo meio lento por alguns segundos? Pra um console 16 bits, ele excedeu o seu limite nessa fase utilizando o Mode 7, o grande responsável pelas fases giratórias de Super Castlevania IV, do movimento das pistas de Mario Kart, entre outros jogos.
Antes de sermos contemplados pelo T-Virus e seus zumbis, ou um Shopping infestado deles, existiam alguns jogos 16 bits com monstros, zumbis, e outros bichos que vemos nos filmes. (Sinceramente, filme de zumbi é o uó hein?Argh!)
Muitos devem conhecer – ou não – o game Zombies Ate My Neighbors (Zumbis Comeram Meus Vizinhos?). Objetivo: salvar os vizinhos de zumbis que saem freqüentemente (isso ainda tem ‘trema’?) debaixo de nossos quintais. “Certo, me dá uma armona que dou um headshot nele!”. Nada disso, oh querido leitor! A sua arma nesse game é uma PISTOLA D’ÁGUA! Sim sim, isso quando o personagem não pega um fardo de latas de refrigerante, picolés, tomate, e outras coisas meio “anormais” que servem de arma contra Zumbis, nanicos psicopatas arremessadores de facas, Vampiros, Lobisomens, Homem com motosserra, e outros seres um tanto quanto “estranhos”. Para os psychos de plantão, pelo menos uma bazuca tem no jogo!
Zombies Ate my Neighbors foi lançado para Sega MegaDrive e SNES, nos Estados Unidos em 1993 e na Europa em 1994. Sou apaixonada pelos dois consoles, mas confesso que a versão do MegaDrive tem uma trilha sonora melhor que a do SNES, sendo que alguns jogos são melhores no SNES que no MegaDrive no quesito sonoro… vai entender?
Que gamer nunca passou a infância nervoso por não conseguir passar naquela fase dificílima de Metroid, ou de Super Mario, ou não conseguia soltar o especial do Akuma ou um Fatality em Mortal Kombat? Nas horas de desespero, sempre apelávamos para a clássicas revistas de games da época, com várias dicas legais e seus detonados com narrativas “dramáticas” ao estilo: “Agora nosso herói está a uma sala de enfrentar o chefe da fase!” (lembrança by namorado da Clá). Só por curiosidade, alguém ainda guarda essas relíquias?
Até hoje tem alguns exemplares de Videogame e Super GamePower espalhados pela casa – são poucos, pois com o tempo a maioria virou pó! – e até compro revistas atuais sobre o assunto, mas temos que ser realistas: o estilo mudou bastante! Agora não sei se vemos com outros olhos porque crescemos, ou se as revistas ficaram mais sérias. (Por favor, não estou desmerecendo nem as revistas antigas, nem as atuais! Adoro todas!!)
Lembro de quando meu irmão assinava a Super GamePower: eu que abria primeiro, ele ficava p… da vida comigo, mas não tava nem aí! Hehehe. Lembro também da coluna que divulgava desenhos enviados pelos leitores para a revista, um desenho melhor que o outro. Fiz até uma tentativa frustrada de desenhar uma Chun-li concentrando seu Kikouken, mas como minha coordenação era “ótima”, o desenho acabou não saindo.*rs*
Se você é daqueles gamers frustrados que tinha uma vasta coleção de revistas e mamãe, num estranho impulso, a jogou fora, pode começar a comemorar. Fuçando no blog do Game Reporter achei um link muito legal onde escanearam (ou seria “scanearam”?) essas clássicas revistas e as disponibilizaram em PDF.
Divirtam-se! *Clá matando as saudades daquela época*
Que saudades de vocês que estou sentindo!!!! Pessoas, desculpem a minha ausência, mas o meu serviço novo está ocupando os últimos neurônios saudáveis que ainda vivem na caixola desta Girl of War que vos fala, mas não abandonarei vocês. NUNCA!
Com poucas idéias do que postar, voltei à uma idéia antiga: Castlevania III Dracula’s Curse, lançado para Famicom. Por que falar desse jogo velho, que ninguém mais quer saber? Quando Castlevania foi lançado para Famicom, foi considerado um dos melhores jogos e um dos mais difíceis lançados para o console. Infelizmente, a Konami lançou uma sequência que não agradou a muitos, Castlevania II: Simon’s Quest.
Castlevania III Dracula’s Curse surgiu para conquistarem mais fãs e fazer com que o nome “Castlevania” voltasse ao topo.
Neste game o protagonista é Trevor Belmont, último descendente do Clã Belmont – dã! – destinado a livrar a Europa da maldição de Drácula. Em meio a sua jornada, dependendo do caminho que o jogador toma, encontramos Grant Danasty, um pirata cujos pais foram mortos por Drácula e foi à Castlevania vingá-los, sendo transformado em monstro e salvo por Trevor, com uma grande habilidade em prender-se ao teto e atirar facas, e Sypha Belnades, uma “bruxa” da Igreja, aprisionada em uma das fases do game como uma estátua, e também temos nosso primeiro contato com Alucard, o filho do vampirão, que enfrenta Trevor após passar muitos anos esperando por um guerreiro forte o suficiente para derrotar seu pai.
Em Dracula’s Curse, o jogador conta com a capacidade de alternar entre dois personagens: Trevor Belmont e um de seus novos amigos, Sypha, Alucard ou Grant, impossível ficar com os três. Com Grant (que parece um sapo pulando) podemos alcançar lugares que só podem ser escalados, Sypha tem o poder de soltar magias de Fogo ou Gelo e Alucard possui os mesmo poderes do pai. Claro que os controles podem não ser os melhores – são um pouco duros – mas não comprometem ao destaque que o game recebeu, tanto que a Konami lançou uma sequência “direta” 15 anos depois com Castlevania Curse of Darkness. Tudo bem, o jogo não é aquela maravilha, mas nessa continuação, Trevor Belmont está um espetáculo. *rs*
Voltando à Dracula’s Curse, mesmo que o primeiro game da série seja considerado um dos melhores, muitos acham que o terceiro game da trilogia lançada para Famicom seja o melhor, por conter não somente gráficos melhores, cenários melhor elaborados e a alternância entre personagens, mas também pela trilha sonora que, mesmo que contenha músicas presentes nos dois games anteriores, ainda “kick asses”. Uma dessas músicas é Aquarius, que por sinal é o toque do meu celular. Outro “sistema implantado” a partir de Dracula’s Curse foi o sistema de Passwords (para não perdermos muito do nosso progresso) e o código “Help Me” que dá ao jogador 10 vidas, ajudando um pouco na jornada. Tá, covardia isso. =/
Dependendo do companheiro que o jogador escolher no game, o final será diferente [spoooooilers...e sim, os finais não são muito empolgantes]:
- Trevor Sozinho: O Belmont parte, esperando que receba o reconhecimento que merece.
- Com Sypha: a moça – que anteriormente era conhecida como um homem – mostra-se uma mulher, e ela e Trevor apaixonam-se, continuando a linhagem da família Belmont;
- Com Grant: os dois amigos unem-se para reconstruir a Vila destruída pelos monstros de Drácula;
- Com Alucard: após derrotar seu pai, Alucard sente remorso, preocupando Trevor. Uau, que final lindo,não? ¬¬
Todos os personagens de Dracula’s Curse estão presentes também em Castlevania Judgment. Não sei se isso é uma boa notícia, mas os garotos podem falar que a Sypha tá “aceitável” nesse game, não acham?rs
Desculpem a “qualidade” do post, mas estou capengando de sono. Não podia deixar o nosso querido GoW parado.
No anos 90, Resident Evil foi, sem dúvidas, o pioneiro do Survival Horror. Alguns anos antes contávamos com clássicos como Alone in the Dark e Sweet Home, este último em que Resident Evil foi baseado.
Enviados à uma missão nas Montanhas Arklay – ao norte de Raccon City – para investigarem suspeitas de canibalismo, o time Bravo sofre um acidente com o helicóptero, em decorrência de mal-funcionamento do mesmo, e começa a procurar evidências de tais acontecimentos. Após um curto período de investigações, perdem contato com a base e o time Alpha é enviado em uma missão de resgate e, infelizmente, restos mortais de alguns membros de Bravo são encontrados, assim como os responsáveis pela carnificina: Dobbermans famintos, cujos corpos desfigurados e com músculos e ossos expostos têm força o suficiente – ou até mais que o normal – para começar a caça aos membros do Time Alpha, pertencentes à S.T.A.R.S, assim como o Time Bravo. Fugindo dos cães, correm até a Mansão Spencer, onde acreditavam ser segura. O pesadelo estava só começando.
Depois de tentar concorrer com o Master System contra o Famicom da Nintendo, a SEGA dá o pontapé inicial e faz com que a 3ª Geração de consoles surja com o seu Sega Genesis/Mega Drive de 16 bits. Com a febre do Mario que existia na época, claro que a SEGA não poderia ficar de fora e, como Alex Kidd não era muito cativante, resolveu apostar em um outro mascote:
Sonic surgiu fazendo tudo voar com a sua velocidade – por sinal, o jogo e o personagem foram feitos rápidos assim para a SEGA demonstrar toda a capacidade do Genesis – e chegou quebrando tudo. Naturalmente, foi entitulado como rival de Mario.
O que diferencia Sonic de outros personagens é o fato de ser um ouriço. Um ouriço? Mas que bicho é esse?
Antes já tínhamos visto macacos, pinguins, um meninino que tomou muito Biotônico Fontoura e quebrava pedras no murro, mas um ouriço é um animal meio “exótico”, ainda mais um azul. Sem falar que o Sonic é uma gracinha! xD~
O primeiro game, lançado em 1991, foi o nascimento do novo mascote da SEGA – tirando o lugar de Alex Kidd – e também de uma grande série que tem novidades até hoje: Sonic & The Black Knight foi lançado em 03/03/09. Em Sonic the Hedgehog contamos somente com Sonic e o game é difícil sim. Já perdi muito a paciência o jogando.O objetivo de Sonic é impedir que o Dr.Robotinik/Eggman use as Chaos Emeralds para dominar o mundo e precisa libertar os animais de sua ilha de dentro dos Robôs escravos de Robotinik.
Eu sei, eu devia estar trabalhando a mil pra entregar meus serviços, mas não consigo ver o meu amado GoW paradinho!Hehehe.
Essa semana lembrei-me de um filme muito bom que não canso de assistir. Toda vez que passa na TV – e isso ultimamente é raro - estou lá assistindo. Estou falando de Wayne’s World, ou se preferirem, porcamente traduzido para Quanto mais Idiota, Melhor!
O filme conta a estória de Wayne e Garth, dois ótimos amigos, headbangers trintões, que ainda moram com seus pais e apresentam um programa humorístico que é gravado no porão da casa de um deles. Tá, não vou falar do filme pois alguns já devem se lembrar. Se não, vide abaixo:
Claro, como todo ótimo sucesso de cinema, seu game foi lançado.
QUE MEDO!! Sim, joguei um pouco desse game no emulador e posso dizer que, por mais que o filme seja maravilhosamente bom, o jogo suxx… a lot!! Nele você controla Wayne, “detonando” alguns instrumentos musicais malvados – narração a lá Sessão da Tarde – com as ondas de sua guitarra, e também precisa fugir da ex-namorada pentelha e pular amplificadores com curto-circuito. Uau! Jogaço, hein?
Gameplay
A jogabilidade não é a das melhores: quando queremos pular em algum piso sobre nós, às vezes não vai, e é um pau conseguir… ou eu que sou muito ruim pra jogar no teclado,vai saber? Independentemente disso, o jogo é ruinzinho! Como sempre, jogo de filme que não deu muito certo. Saiu uma versão para NES também.
Prefiro ficar só com os filmes. Realmente!
Alice Cooper *.* “We’re not worthy!!We’re not worthy!!” xD
Sim, ganhei três presentões do namoradão essa semana. Como boa saudosista, claro que amei!!
Super Mario World – o melhor jogo do Mario que já foi lançado, na minha humilde opinião – Donkey Kong 2 e Donkey Kong 3!
Os três looses – ou seja, sem caixa e manual, pra quem não sabe – mas estão lindos!! Valeu, Macari (amigo do namorado que vendeu xD) e obrigada mor ^_^#!!
Sumi um pouquinho do blog, e continuarei sumida até o fim do mês. Muita coisa pra fazer!! Depois aproveito meus “bebês”.